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Aquisição em atacado

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  O fundo imobiliário Guardian Real Estate (GARE11) firmou na última semana um contrato com o Grupo Carrefour Brasil para adquirir 15 lojas do Atacadão por R$725 milhões . A operação deve ser concluída até o final do ano com um cap rate de 8% , e foi estruturada no formato de sale & leaseback . O contrato é de 13 anos, sendo renovável por mais cinco.   A movimentação faz parte da atual estratégia de desalavancagem do Carrefour, que também negocia a venda de lojas da bandeira Nacional, no Sul, e do Bompreço, no Nordeste .   Os ativos do Atacadão despertaram interesse em vários players do setor imobiliário, incluindo TRX , Pátria e gestoras de real estate do BTG Pactual e XP . No entanto, o GARE11 teria tomado frente por já ter o montante da transação em caixa . Com essa compra, os ativos de renda urbana passam a representar cerca de 70% do portfólio do fundo , que conta com mais 2...

Alta nos preços do setor imobiliário leva classe média a apartamentos menores.

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  Alta nos preços do setor imobiliário leva classe média a apartamentos menores A recomposição nos preços dos imóveis, impulsionada pelo aumento nos custos de construção, está moldando novos perfis e demandas no mercado imobiliário brasileiro. A tendência limita o poder de compra da classe média, principal público dos apartamentos intermediários (entre 45 m² e 100 m²). Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostram que o setor registrou 149.487 lançamentos no primeiro semestre de 2024, com 180.162 unidades residenciais vendidas no período, um aumento de 5,7% em relação aos primeiros seis meses de 2023. O Índice Nacional de Custos da Construção da FGV acumulou alta de 5,23% em 12 meses até setembro. Mesmo com o mercado de trabalho aquecido e menor índice de desemprego, a percepção é que está difícil para a classe média acompanhar o aumento dos preços dos empreendimentos, sem contar as dificuldades para conseguir crédito em meio a juros altos. Portanto, mesmo co...

Quanto é preciso para comprar imóveis em SP?

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  ‘Financiômetro’ aponta que preços variam até 776 por cento entre bairros Para financiar um imóvel no Jardim Europa, bairro mais caro da capital paulista, é preciso uma renda mensal de R$ 240,4 mil, considerando o preço médio de R$ 7,8 milhões dos imóveis transacionados na área neste ano. É o que aponta o Financiômetro, desenvolvido pela Loft. A ferramenta também mostra uma imensa disparidade nos preços do mercado imobiliário em São Paulo, entre 112 bairros. A variação chega a 776% entre o Jardim Europa, e o bairro mais barato, Cidade Tiradentes, que fica na zona Leste da cidade. O valor médio dos imóveis no extremo da cidade cai para R$ 99 mil. “Claro que há variação importante de preço dos imóveis dentro de cada região, mas a ferramenta traz uma ideia geral da situação para o comprador, o que agiliza a procura pelo imóvel”, explica Fábio Takahashi, gerente de dados da Loft. Nas regiões com alta demanda, como a Vila Andrade, que liderou as transações em 2024, a renda mínima neces...

Em alta, imóveis na Europa são opções de investimento com riscos.

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  Em alta, imóveis na Europa são opções de investimento com riscos O mercado imobiliário na Europa está em alta, impulsionado pela imigração crescente e pelo retorno do turismo pós-pandemia. Os preços por metro quadrado bateram recordes em cidades como Lisboa, Paris e Berlim. No entanto, essa tendência de valorização levanta questões sobre as oportunidades e os riscos para os investidores. Assim como no Brasil, o mercado imobiliário residencial se destaca em relação aos imóveis comerciais, com investimentos concentrados nas grandes capitais. O setor sofreu um declínio temporário em 2020, mas os dados de 2023 indicam uma recuperação para os níveis pré-pandemia. Por outro lado, os REITs (Real Estate Investment Trusts), equivalentes aos fundos imobiliários brasileiros, não têm acompanhado essa tendência, mantendo-se estáveis devido a fatores como taxas de juros ainda elevadas e desafios econômicos. Analistas observam uma disparidade entre a performance dos REITs e os preços dos imóvei...

Fundos imobiliários apostam em residenciais para renda com aluguel

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  Fundos imobiliários apostam em residenciais para renda com aluguel Os fundos imobiliários estão expandindo suas atividades para o mercado residencial, em busca de investidores interessados em obter renda por meio de aluguéis isentos de dividendos e impostos. Gestoras como Vectis, Inter Asset, Alianza, Paladin e RBR Asset, com quase três milhões de investidores e foco anterior em imóveis corporativos, passaram a adquirir grandes quantidades de apartamentos prontos ou até mesmo construir prédios residenciais do zero para lucrar com aluguéis. Os fundos imobiliários que gerenciam ativos residenciais acumulam rentabilidade, ultrapassando os 20% em 2023 para fundos como LUGG11, APTO11 e JFLL11, de acordo com levantamento feito pela consultoria Elos Ayta, a pedido do Estadão. Eles são atrativos porque oferecem isenção de imposto de renda sobre os dividendos e liquidez parcial do investimento, além de evitar preocupações com manutenção e vacância, comuns a proprietários individuais de im...